O cromo é um mineral necessário em pequenas quantidades pelo corpo.

Permite que a insulina produza os seus efeitos sua deficiência na dieta contribui para a intolerância à glicose e alterações prejudiciais relacionadas ao perfil lipídico. A função do cromo é potencializar os efeitos da insulina e, alterando o metabolismo de carboidratos, lipídios e aminoácidos. A suplementação com cromo tem sido utilizada com a finalidade de promover aumento de massa muscular e diminuição da gordura corporal. Os produtos integrais são boas fontes de cromo. O picolinato é, muitas vezes, combinado com o cromo em suplementos dietéticos.

O cromo é um mineral-traço essencial que participa ativamente do metabolismo de carboidratos, em parceria com a insulina, melhorando a tolerância à glicose. Age estimulando a sensibilidade à insulina, o cromo e pode influenciar o metabolismo proteico, promovendo maior estímulo da captação de aminoácidos e aumentando a síntese protéica.

Fontes de Cromo

As fontes alimentares  de cromo incluem as oleaginosas, aspargo, cerveja, cogumelo, ameixa, cereais integrais, carnes, vísceras, leguminosas e vegetais(2). A ingestão diária e segura de cromo em adultos está estimada entre 50 e 200µg/dia e, apesar de ser considerado um elemento essencial, não existe uma ingestão dietética recomendada (RDA) específica para o cromo.

Utilizações

Embora a deficiência de cromo prejudique o funcionamento da insulina, a suplementação não demonstrou aumentar a função da insulina.

Além disso, não foi demonstrado promover a perda de peso, desenvolver músculos ou reduzir a gordura corporal.

Os suplementos de cromo podem reduzir os níveis de colesterol e lipoproteínas de baixa densidade (LDL) – o colesterol ruim, bem como aumentar os níveis da lipoproteína de alta densidade (HDL) – o bom colesterol.

Os suplementos de cromo interferem na absorção de ferro.

Possíveis efeitos colaterais e interações com drogas

Não se conhece o nível máximo seguro de ingestão de cromo. Algumas evidências sugerem que o cromo danifica os cromossomos e, consequentemente, pode ser prejudicial ou, talvez, causar câncer.

Fonte:

GOMES, Mariana Rezende; ROGERO, Marcelo Macedo; TIRAPEGUI, Julio. Considerações sobre cromo, insulina e exercício físico. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, v. 11, n. 5, p. 262-266, 2005.

MARANGON, Antônio Felipe Corrêa; DE MELO FERNANDES, Luis Gabriel. O uso do picolinato de cromo como coadjuvante no tratamento da diabetes mellitus. Universitas: Ciências da Saúde, v. 3, n. 2, p. 253-260, 2008.

Créditos imagem:

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