A maturidade nos torna mais críticos, a medida que passa o tempo, passa também a urgência – da beleza fútil, do corpo sarado, da competição desenfreada por amores, favores e olhares.

Aprendemos a apreciar, novos horizontes, experiências e sabores, e quem sabe até novos amores, pois vemos a vida com outros olhares.

Envelhecemos, vivemos, sofremos, sorrimos, amamos, caímos e levantamos e a vida torna-se a todo instante uma nova estória, pois dela se transformam não só nossos sonhos, como também nossos olhares.

Amores, amantes, amados, lembranças, querências, sofrências e sorrisos forçados. Fingir o que não se sente, e sentir o que não se quer, faz com que entendamos que viver é uma constante e que a todo tempo modificam-se alguns olhares.

Envelheci e agora, mudei, mudamos, mudaste, sonhei,  chorei e me amaste, não importa. O que importa mesmo é ser feliz e isso depende para onde miramos nossos olhares.

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