Populações ao redor do mundo estão envelhecendo rapidamente. Este é um motivo de comemoração.

Em parte isso reflete o sucesso de um pais em lidar com as doenças da infância, controle da mortalidade materna e no sucesso das campanhas de planejamento familiar.

O envelhecimento apresenta desafios e oportunidades. Um deles é o prolongamento de sistemas de pensões e de segurança social, aumento da procura de cuidados de saúde primária (promoção e prevenção em saúde), secundária (tratamento de doenças) e terciária (recuperação e reabilitação), o que requer uma força de trabalho maior e profissionais bem treinados no que se refere à saúde, aumentando a necessidade de cuidados de longo prazo e promoção de ambientes propícios para o idoso.

No entanto, as oportunidades são grandes.

As pessoas mais velhas são um apoio maravilhoso para suas famílias, comunidades e atuam na força de trabalho formal ou informal. São um repositório de conhecimento, suas experiências, podem nos ajudar a evitar cometer os mesmos erros novamente.

Com efeito, se pudermos garantir que as pessoas mais velhas vivam de forma saudável e gozem de vidas mais longas, devemos ter certeza de que estamos caminhando em um processo que deve iniciar desde a juventude e aí sim, esses anos extras podem ser tão produtivos quanto qualquer outro.

As sociedades que se adaptam a esta mudança demográfica e investem em Envelhecimento Saudável, terão uma vantagem competitiva sobre aqueles que não o fazem, pois irão aproveitar a experiência e vivencia dos mais velhos como um fator de produtividade em todas as áreas do conhecimento.

Para isso é necessário uma transformação dos sistemas de saúde visando a prevenção de agravos e promoção à saúde, bem como uma reformulação nos modelos curativos na prestação de cuidados do indivíduo que envelhece de uma forma centrada e integrada.

Isso exigirá o desenvolvimento de sistemas mais abrangentes de cuidados de longa duração. O que irá requerer uma resposta coordenada a partir de muitos outros setores e vários níveis de governo recorrendo a melhores formas de medir e monitorar a saúde e a doença das populações mais velhas.

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